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General: Poesia erótica , Tus pechos , Erótica Soneto escrito por: Tomás Segovia ...
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Reply  Message 1 of 5 on the subject 
From: enri pas  (Original message) Sent: 16/08/2014 16:33


 

 

 




 

Tiemble tu mano al tacto de mi mano,
y en las teclas de piel de tu piano
mis dedos crearán nueva armonía.

Abrete a mí, pupilas vinculadas,
labios, senos, rodillas separadas,
mujer irreversiblemente mía.
  

Abrete a mí, pupilas vinculadas,
labios, senos, rodillas separadas,
mujer irreversiblemente mía.
   

Tiemble tu mano al tacto de mi mano,
y en las teclas de piel de tu piano
mis dedos crearán nueva armonía.


Abrete a mí, pupilas vinculadas,
labios, senos, rodillas separadas,
mujer irreversiblemente mía.
 

 

Del soneto Nº 818, 'Alza los párpados', de Francisco Alvarez Hidalgo

 
 

Tus pechos

Tus pechos se dormían en sosiego
entre mis manos, recobrando nido,
fatalmente obedientes al que ha sido
el amor que una vez los marcó al fuego;

tu lengua agraz bebía al fin el riego
de mi saliva, aún ayer prohibido,
y mi cuerpo arrancaba del olvido
el tempo de tu ronco espasmo ciego.

Qué paz... Tu sexo agreste aún apresaba
gloriosamente el mío. Todo estaba
en su sitio otra vez, pues que eras mía.

Afuera revivía un alba
enferma.
Devastada y nupcial, la cama olía
a carne exhausta y ácida y a esperma.


 

 
 

 
 
 

 




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Reply  Message 2 of 5 on the subject 
From: Marybru Sent: 16/08/2014 23:02
METADE

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...

Que a música que eu ouço ao longe

Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infncia;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.

Oswaldo Montenegro



Reply  Message 3 of 5 on the subject 
From: estreladalva Sent: 16/08/2014 23:06
Acontece
Bateram à minha porta em 6 de agosto,
aí não havia ninguém
e ninguém entrou, sentou-se numa cadeira
e transcorreu comigo, ninguém.

Nunca me esquecerei daquela ausência
que entrava como Pedro por sua causa
e me satisfazia com o não ser,
com um vazio aberto a tudo.

Ninguém me interrogou sem dizer nada
e contestei sem ver e sem falar.

Que entrevista espaçosa e especial!
Pablo Neruda )

Reply  Message 4 of 5 on the subject 
From: XandyCae Sent: 16/08/2014 23:11
Boa noite,
 
Desejo otima semana de paz e amor..
e agradeço sua presença no grupo.
 
abraços
 
Xandy

Reply  Message 5 of 5 on the subject 
From: enri pas Sent: 17/08/2014 05:45
METADEQue la fuerza del miedo que tenhoNão me impide ver lo que anhelo;La muerte de todo en ese acreditoNão me tapa los oídos y la boca; Porque la mitad de mí es lo que grito, pero la otra mitad es silencioso...La música que escucho a longeSeja hermoso, aunque tristeza;La mujer me encanta es para siempre hasta que amaba mucho;Porque la mitad de mí es partidaMas la otra mitad es saudade...Que las palabras faloNão ser escuchado como preceE ni repetir con fervor, sólo respetado como lo único que queda a un hombre abrumado con sentimientos;Porque la mitad de mí es lo que ouçoMas la otra mitad es qué maíz...Mi disposición a ir con calma y a su vez paz awayif de disco que me merezco;Y que esta tensión me carcome dentroSeja un día recompensado;Porque la mitad de mí es lo que pienso pero la otra mitad es un volcán.Que el miedo a la soledad si afasteE que la convivencia conmigo incluso si cada vez menos soportable;El espejo refleja en mi rostoUm dulce sonrisa recuerdo haber dado en la infancia;Porque la mitad de mí es un recordatorio de lo que fue, la otra mitad no sé...No necesita más que una simple alegría para hacerme tranquilo el espíritoE que tu silencio me diga cada vez más;Porque la mitad de mí es abrigoMas la otra mitad es cansancio...Arte nos señalan una respostaMesmo que no saibaE a nadie para tratar de complicarPorque tarda simplicidad para hacerla florecer;Porque la mitad de mí es platéiaE la otra mitad de la canción...Y mi locura es perdonado porque la mitad de mí es el amor y la otra mitad también.Oswaldo Montenegro



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