Falando por ocasião da passagem dos 30 anos da criação daquela que é a primeira e única companhia aérea pública no país, José Viegas afirmou que a LAM vai continuar a trabalhar para consolidar a sua presença no mercado interno e regional, em resposta ao processo de liberalização do mercado da aviação civil.
“Os tempos mais próximos são desafiantes, que exigem um redobrar de esforços, para continuarmos o nosso trajecto de sucesso, nesta epopeia que é o crescimento e afirmação da nossa companhia como líder no mercado doméstico e regional e com ambições legítimas de a médio prazo poder integrar uma grande aliança mundial”, disse José Viegas.
Acrescentou que a intenção é avançar com o processo de modernização, o que implica consolidar a retirada dos Boeing 737-200 e a incorporação de mais uma aeronave Embraer, se possível ainda durante este ano.
Actualmente, a LAM opera em voos domésticos e regionais, com uma frota de aeronaves composta por quatro aviões a jacto e dois turbo-hélice: dois Boeing 737 - 200, igual número de Embraer E190. Para além destas aeronaves, a companhia explora através da sua subsidiária e feeder, a MEX-Mozambique Express, dois Q400 da Bombardier.
Falando no evento, o Primeiro-Ministro, Aires Ali, afirmou que o Governo vai continuar a apoiar o crescimento desta companhia, acrescentando que esta deve começar a explorar as zonas não comercialmente viáveis, para incentivar o seu desenvolvimento.