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notcias: Com ajuda de pescadores: Imigrantes ilegais pagam três mil dólares para entrar e
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De: isaantunes  (Mensaje original) Enviado: 01/12/2010 12:46

 
Nos últimos tempos, os imigrantes ilegais começaram a entrar clandestinamente em Moçambique via mar e contam com a cooperação de pescadores moçambicanos e tanzanianos para chegar entrar em Moçambique, disse esta terça-feira, Pedro Cossa, porta-voz da polícia moçambicana, PRM.

O facto é que as autoridades moçambicanas reforçaram o controlo das fronteiras terrestres em todas as entradas do país para evitar a entrada de imigrantes ilegais e os somalis encontraram no mar uma forma para entrar em Moçambique.

Segundo Cossa, os somalis são largados por grandes embarcações no alto mar e depois são carregados por pequenos barcos de pescadores.

A situação é considerada crítica nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, no norte do país, e na Zambézia, na região centro.

“Agora os somalis estão a entrar no país via mar. Chegam a Cabo Delgado e depois dali vão para Nampula e Zambézia”, disse, acrescentando que “o número de somalis que entra no país é muito grande e preocupante. As províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia nos preocupam muito”.

Só nas duas últimas semanas foram detidos em Nampula e Zambézia cerca de 300 imigrantes ilegais de nacionalidade somali.

Cossa revelou que há duas semanas, duas embarcações tanzanianas que transportavam imigrantes ilegais para Moçambique, em número não especificado, foram apreendidas nos distritos de Mocímboa da Praia e Palma, em Cabo Delgado.

As reais razões da entrada dos somalis no país não são conhecidas.

Os mesmos dizem que procuram refúgio em Moçambique devido a crise na Somália e, por causa da pobreza nas suas zonas de origem, buscam melhores oportunidades no país.

Para as autoridades policiais moçambicanas, estes argumentos não são muito convincentes porque a maior parte deles chega a pagar cerca de três mil dólares (106.5 mil meticais) para chegar a Moçambique.

Uma vez chegados a Moçambique, muitos deles se estabelecem temporariamente numa determinada zona, abrindo empreendimentos comerciais e depois partem para a África do Sul sob a capa de empresários.

“Muitos desses imigrantes dizem que procuram refugio e abrigo em Nampula (onde se encontra o maior centro de refugiados de Moçambique - Centro de Maratane) por causa da guerra na Somália. Entretanto, sabe-se que, em Joanesburgo, há uma zona de concentração de somalis”, explicou.

“Pode ser que eles estejam a fugir da Somália devido a problemas de segurança, mas não se deixa de lado a possibilidade de eles estarem a usar Moçambique para chegarem a Africa do Sul. Alguns abrem empreendimentos comerciais, juntam algum dinheiro e depois vão para a África do Sul”, ajuntou.

Cossa sublinhou que Moçambique paga uma factura alta devido aos imigrantes ilegais, uma vez que têm que acolhê-los e depois repatria-los, o que implica custos.

Para Cossa, um dia a rede que sustenta esta prática vai ser desmantelada.

“Um dia vamos encontrar os autores destas práticas. Nas duas detenções que realizamos em Nampula e Zambézia, os condutores dos camiões que transportavam os imigrantes fugiram”, disse.

Cossa refuta as ideias que se ouvem na rua de que a entrada massiva de imigrantes ilegais no país se deve a facilidades que os mesmos têm de adquirir documentação moçambicana.

“O que realmente acontece, não só com os somalis, mas também com os congoleses e guineenses (Guiné Conacri), eles junta-se com mulheres em Nampula, fazem filhos e por via disso pedem a nacionalidade moçambicana”, defendeu.

As autoridades policiais estão preocupadas com este fenómeno, que pode já ter permitido a entrada de milhares e milhares de somalis ilegais ao país.

A PRM, na sua actuação de controlo, tem estado a trabalhar com as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).

http://www.radiomocambique.com/rm/noticias/anmviewer.asp?a=6227&z=100



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