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General: O mesmo crapuloso de sempre
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De: mariomarinho2 (Mensaje original) |
Enviado: 11/07/2012 15:13 |
####################################################### //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// /////////////////////////////////////////////////////////////////////////// ################################################# .....hoje com uma larga carreira que faz dele um fascinante aldrabão. Pode descarregar em formato pdf |
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 11/07/2012 16:32 |
Oposição questiona currículo em folclore, Relvas responde com espectáculo incrível de acordeão
O Parlamento foi esta tarde palco de um momento inédito, com Relvas a dar um incrível espectáculo de acordeão. Tudo aconteceu depois de ter sido acusado pela oposição de exibir currículo em folclore, que lhe valeu uma equivalência. Irritado, o ministro pediu que lhe fizessem chegar um acordeão e arrasou.
No final da actuação, a oposição foi unânime ao afirmar que o espectáculo foi lindo e que não se fala mais na licenciatura do ministro. «Depois do que eu vi aqui, deste espectáculo maravilhoso, o assunto da licenciatura do senhor ministro fica encerrado», afirmou uma deputada do Bloco de Esquerda, enquanto aguardava um autógrafo de Relvas.
O espectáculo foi tão bom que as senhoras e os senhores deputados saltaram todos para o centro do hemiciclo e houve 15 minutos de folclore, até a presidente da Assembleia dizer que já estava cansada e por isso tinham de parar por ali.
http://imprensafalsa.com/462713.html
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 11/07/2012 17:23 |
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 11/07/2012 17:37 |
..............Entenda-se....
.............. designar qualquer pessoa cuja aparência sugira que pertence às classes dominantes...é o "Sotôr |
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De: nhungue |
Enviado: 11/07/2012 19:51 |
POIS É, POIS É, POIS É, POIS É...O FIDEL É QUE TINHA RAZÃO. |
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 11/07/2012 20:37 |
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 12/07/2012 13:06 |
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=582115
Demite-se reitor da Lusófona do Porto, autor do parecer sobre créditos a Relvas
inShareFernando Santos Neves, autor do parecer que justifica a concessão de 160 créditos em 180 a Miguel Relvas no Curso de Ciência Política e Relações Internacionais, demitiu-se do cargo de Reitor da Universidade Lusófona do Porto, segundo a revista Sábado.No site da Universidade do Porto consta já o nome da nova reitora: Isabel Lança, catedrática da área da Comunicação Social.
A administração da Lusófona disse à Sábado desconhecer a situação.
A demissão de Santos Neves foi comunicada pela reitoria da Lusófona do Porto quarta-feira à noite.
Em 2006, o professor catedrático era docente e director de Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais da Lusófona de Lisboa – cargos que acumulava com o de reitor da instituição. Foi nessas qualidades que assinou com o professor José Fialho um parecer de duas páginas e meia que valorizava o percurso profissional e político do actual Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares e que permitiu a este último concluir o curso em um ano e com a frequência de apenas quatro cadeiras.
Foi também, Santos Neves quem entrevistou Miguel Relvas sobre as motivações do então deputado em obter a licenciatura e também foi ele que o examinou para uma das quatro cadeiras frequentadas: Introdução ao Pensamento Contemporâneo, atribuindo-lhe 18 valores.
O parecer assinado pelos dois professores é muito genérico e não relaciona a experiência profissional e política de Miguel Relvas com cada uma das cadeiras
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De: helenamarinho |
Enviado: 12/07/2012 13:39 |
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 13/07/2012 21:22 |
Acusado de doutor na forma tentada
Este assunto do ministro Miguel Relvas querer ser doutor na forma tentada, dá vontade de rir, mas obedece à cultura pacóvia (não só apanágio dos portugueses, diga-se) que foi zurzida pelo Eça e pelo Camilo, e, também, pelo Fialho e pelo padre Agostinho de Macedo.
Está-nos na massa do sangue este gosto pela reverência que a palavra "doutor" suscita. Não é preciso sê-lo, basta parecê-lo, em muitos casos, como é vertente em Relvas. Relvas é um político em miniatura. Não o fosse e teria outra dimensão e a grandeza de ser, apenas, o que é, pouco ou muito. O homem sabe mover-se na engrenagem da política, desta política, que exige muito mais astúcia e malícia do que conhecimentos e espírito de decência.
No fundo, é isso mesmo que está em questão: a decência. Não os saberes. Porque esses, por tão poucos e superficiais, qualquer um, com manha e despudor, os adquire empiricamente. O empirismo é um valor: a experiência vale ouro e, no estrangeiro, em muitos países, atribuem-se títulos académicos pelos "doutos saberes." Claro que, neste caso, é preciso ter uso de muitas disciplinas do conhecimento. Obtém-se o conhecimento nos livros, na rodagem da vida, nos encontros e correspondências com outros, de outro gabarito.
Não recuso o título de "doutor" a Miguel Relvas. Cabe a ele aceitá-lo ou recusá-lo. Mas não faz grande diferença ao mundo o ministro ouvir-se chamar: dr. Miguel Relvas. E esta pequena aldrabice, porque de aldrabice se trata, põe em causa a permanência dele no Governo? A decência, aqui, não é uninominal: Pedro Passos Coelho tem uma palavra a dizer. Assim como, noutro campo, o ministro Nuno Crato não pode continuar calado. Que tem a dizer acerca do caso pessoal e do caso mais delicado que envolve uma universidade? Crato, sorridente, julgou despejar o problema para o caixote do lixo, alegando que não comenta matéria dos seus colegas de Governo.
O descaramento, aqui, assume idênticas proporções, pela evasiva e pelo indecoro, ao provocado pela licenciatura Relvas. A cumplicidade no silêncio nada tem a ver com lealdade. E lealdade não é nunca fidelidade. Fidelidade é própria dos cães. Lealdade tem a ver com carácter. E Nuno Crato deve-nos lealdade, a nós, portugueses, e não, exclusivamente, ao seu "colega de Governo." Aliás, mais a nós do que ao "colega", e esse peso de responsabilidade devia ter sido tomado em conta.
Todas estas pequenas realidades pertencem aos territórios da moral e da ética, comportamentos hoje muito tripudiados por quem prefere o êxito a todo o preço, e a "visibilidade" a troco de tudo.
É pior o ministro Relvas ser acusado de doutor em forma tentada do que o procedimento que teve no caso com o "Público", ou um facto resulta do outro e ambos são farinha do mesmo saco? E Miguel Relvas, mais as trapalhadas envolventes serão banalidades, "um não-assunto", no extraordinário dizer de Pedro Passos Coelho, ou, realmente, algo de muito importante porque abrange uma universidade e o sistema de ensino, o alegado favoritismo e a ascendência do poder sobre instituições tão relevantes como aquela?
Os valores e os padrões deveriam ser, antes de tudo, as bandeiras do poder. Porém, a razão dominante impõe as emergências do dinheiro e das falsas aparências como méritos essenciais. Ser "doutor" é, certamente marcante, porque resultado de trabalho por vezes insano e incansável. Mas ser homem, ser pessoa, é, sem dúvida mais importante, essencial e indispensável.
Confesso não estar muito interessado em descortinar o destino de Miguel Relvas. Estas e outras coisas de igual jaez e semelhante estilo são rapidamente absorvidas por outras actualidades, e o esquecimento recuperará os seus domínios. Até que outro "escândalo" se substitua àquele e a comunicação social, afobada e muito enérgica, se dedique aos casos que as exigências da oportunidade exigirem.
Como dizia, há dias, numa das televisões, uma senhora de belo rosto cheio de rugas: "É como as águas do rio: abrem-se para receber uma pedra que lhes foi atirada, mas logo se fecham e tudo fica na mesma."
Tudo fica na mesma. É isso, sem tirar nem pôr.
Baptista Bastos - b.bastos@netcabo.pt
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=567913&pn=1 |
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 14/07/2012 17:12 |
Reitor da Lusófona avaliou Relvas a cadeira que não ministrava
O reitor da Universidade Lusófona, na altura em que Relvas estava inscrito, Santos Neves, deu-lhe a melhor nota do seu currículo académico - 18 valores, avançou o “Expresso”.
A cadeira em questão, Introdução ao Pensamento Contemporâneo, estava, no entanto, a cargo de Fernando Pereira Marques, que assegurou ao semanário que o actual ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares nunca foi seu aluno.
Também dez alunos da “suposta” turma de Miguel Relvas (1P1) afirmaram que nunca o viram nem nos testes nem nas aulas da cadeira. Confirmam de igual modo que Santos Neves nunca foi professor da turma.
A Lusófona, contudo, diz não poder responder se o então reitor teve apenas Miguel Relvas como aluno. Se sim, ficaria confirmado um tratamento de excepção.
O jornal i apurou que o ministro da Educação Nuno Crato recusa instaurar uma auditoria extraordinária para o caso que envolve a licenciatura do ministro Miguel Relvas na Universidade Lusófona mas, na nota enviada ao jornal, esclarece que a Universidade Lusófona poderá ser “em breve novamente auditada”. Entretanto, já foi confirmado que a auditoria será levada a cabo já nos próximos dias.
Envolvido em três casos polémicos, nomeadamente o da sua licenciatura, são cada vez mais as vozes que pedem para que Relvas se demita, evitando contaminar o governo.
http://www.ionline.pt/portugal/reitor-da-lusofona-avaliou-relvas-cadeira-nem-ministrava
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De: mariomarinho2 |
Enviado: 16/07/2012 12:47 |
Marcelo diz que Passos têm que “encontrar um ministro a sério” para substituir Miguel Relvas.
Marcelo lança nome de Marques Mendes para o Governo Marcelo diz que Passos têm que “encontrar um ministro a serio” para substituir Miguel Relvas Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ontem, no seu habitual comentário na TVI, que Passos Coelho precisar “encontrar um ministro a sério" para ocupar o cargo de ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares.
O social-democrata defende que Miguel Relvas devia sair, até porque toda a polémica em torno da licenciatura representa agora “um desgaste para o governo”, Miguel Relvas “passa metade do tempo a defender-se”, sublinha. O “Governo precisa de ter muita autoridade e credibilidade”, uma autoridade que Relvas não tem. O ministro está "enfraquecido".
Marcelo Rebelo de Sousa refere que problema de Relvas já “não é nem sequer o parecer” da Universidade Lusófona onde se fundamenta a decisão de atribuir as equivalências, mas o “ruído” que se gerou à volta do caso, com várias vozes da direita a pedirem a demissão do ministro. “Não há ministro da Presidência no Governo e Passos Coelho precisa de um”, enfatizou, para depois acrescentar que o primeiro-ministro deve “encontrar um a sério”.
O comentador acredita que será uma questão de tempo até o ministro dos Assuntos Parlamentares sair do Executivo para dar lugar a nomes como Paulo Rangel, Nuno Morais Sarmento ou então Marques Mendes, o nome que prefere para este cargo.
“Luís Marques Mendes” seria um bom nome para a pasta da Presidência. “Marques Mendes esteve na presidência do Conselho de Ministros com Cavaco e Durão Barroso, foi líder do partido e conhece o que é coordenação política e jurídica", lembrou.
Marcelo Rebelo de Sousa lembrou ainda que o comentário semanal que Marques Mendes faz na televisão onde fala sempre sobre a "agenda política do Governo e dá conselho ao primeiro-ministro e ao partido sobre o que não está a ser feito e devia ser feito".
Para quando essa remodelação. Marcelo acha que o Governo vai adiar a decisão até próximo das autárquicas, mas lembra que os "governos perdem por vezes pelo desgaste político" e não pela economia e pelas finanças
http://economico.sapo.pt/noticias/marcelo-quer-marques-mendes-a-substituir-miguel-relvas_148367.html
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